Nesta altura da vida já não sei mais quem sou... Vejam só que dilema!!! Na ficha da loja sou CLIENTE, no restaurante FREGUÊS, quando alugo uma casa INQUILINO, na condução PASSAGEIRO, nos correios REMETENTE, nosupermercado CONSUMIDOR. Para a Receita Federal CONTRIBUINTE, se vendo algo importado CONTRABANDISTA. Se revendo algo, sou MUAMBEIRO, se o carnê tá com o prazo vencido INADIMPLENTE, se não pago imposto SONEGADOR. Para votar ELEITOR, mas em comícios MASSA, em viagens TURISTA, na rua caminhando, PEDESTRE, se sou atropelado ACIDENTADO, no hospital PACIENTE. Nos jornais viro VÍTIMA, se compro um livro LEITOR, se ouço rádio OUVINTE. Para o Ibope ESPECTADOR, para apresentador de televisão TELESPECTADOR, no campo de futebol TORCEDOR. Se sou Flamenguista, LADRÃO. Agora, já virei GALERA. (se trabalho na ANATEL , sou COLABORADOR) e, quando morrer... uns dirão... FINADO, outros ... DEFUNTO, para outros ... EXTINTO, para o povão ...PRESUNTO. Em certos círculos espiritualistas serei ... DESENCARNADO, evangélicos dirão que fui ...ARREBATADO. E o pior de tudo é que para todo governante sou apenas um IMBECIL !!! E pensar que um dia já fui mais EU. Luiz Fernando Veríssimo.
cattleya purpurata 2025
Há 2 meses
vaya dilema nos traes hoy!!! muy bueno!
ResponderExcluirbesitos.
Amélia,
ResponderExcluirJá pensei muito sobre isso e nem conhecia esse texto de Veríssimo.
Tenha um ótimo feriado!
Pois é, minha querida amiga, quem, na verdade somos nós nesse mundo confuso. Bela postagem. Paz e harmonia em seus dias.
ResponderExcluirforte abraço
C@urosa
Passo para deixar um beijo.
ResponderExcluirNa vida tudo muda e nós somos parte dessas mudanças e transformações.........
ResponderExcluirPois é mas o mais importante de tudo é sempre não nos esquecermos de quem somos seres peseciais q estamos aki pra fazer a diferença e ser feliz.
ResponderExcluirBjs
Olá!
ResponderExcluirOntem o João leu este texto pra mim. É muito bom!
Beijos
Oi querida....amei seu texto....
ResponderExcluirQuero lhe dizer que vc jamais será esquecida...pq amo vc!
Um bjo grd!
Zil
Amélia
ResponderExcluirAchei este texto demais. Á medida que o lia concordava com todas essas designações e concluia que nunca tinha pensado nelas mas que estão certas! Belissimo!
Beijocas
Graça
Amélia, boa noite. Gostei deste texto pela criatividade e pelo conteúdo que nos deixa a meditar! Afinal o que somos? Um entre muitos, um constante, aínda que com nome próprio.
ResponderExcluirTem uma linda e boa noite, com a certeza de que és mulher e sobretudo tu mesma, tal qual és!
Beijinhos
Sãozita
Olá Amélia, adoro o Luiz Fernando Veríssimo, desde adolescente que o leio, e fiquei muito contente de ver esse texto que adoro publicado no teu blog. Realmente acabamos exercendo muitos papéis nessa vida e o que somos fica pelo caminho. Só espero no meio dessa confusão toda poder ser mais eu! Beijos
ResponderExcluirUm texto que nos leva a meditação, muito bom.
ResponderExcluirObrigada pela sua presença mesmo enqto estive ausente daqui, estou de volta amiga.
Bom fim de semana.
beijooo.
Amélia, vim agradecer sua visita e aproveitei para ler o lindo texto com astiradas inteligentes do Veríssimo. Seu blog me encanta pelas orquideas que vc divulga aqui.
ResponderExcluirApareça sempre que puder.
abraço
Deixo-te um beijo e votos de boa semana.
ResponderExcluirGraça
vcccccccccccccc
ResponderExcluiré a mais linda
florrrrrrrrrrrrrrrr
lindinha
bjsssssssssssssss
amada''
Oi,querida Amélia!
ResponderExcluirUm excelente texto de um autor genial, que traduz em palavras as nossas neuras do dia-a dia. São tantas denominações a que somos submetidos... Com todos estes rótulos ficamos confusos!
Beijinhos
Nossa que flores mais lindas!!
ResponderExcluirVisitarei sempre seu blog, amei!
www.cozinhademadame.blogspot.com
Andréa Almeida
Voltei amiga para ver o seu cantinho e descobri que além de tudo o que foi citado não passo mesmo é de um blogueiro... rsss.
ResponderExcluirAbraços de Luz.
Belas orquídeas.
Muito bom esse texto !
ResponderExcluirE tristemente verdadeiro...
Porém pior do ser conhecido por todos esses nomes, é ser identificado simplesmente por números.
"Já não sei mais quem fui..."
Beijo