Depois de uma longa ausência estou de volta, com a bagagem bem mais pesada. apesar de muitas perdas. Perdas muito muito importante para mim... Quero tentar novamente.
Agradeço a todos meus seguidores que não me abandonaram.
Duas caracteristicas significativa da intolerância. Primeira: A intolerância é uma forma de ignorancia que precisa ser vencida. Segunda: A intolerância é a principal força desintegrante das religiões organizada, onde opera a destruição com a força do bem que existe na terra. A intolerância nasce dos preconceitos religiosos e das diferenças de opiniões. Por quanto tempo, o Senhor dos destinos humanos, nós, mortais, viveremos ainda sem compreender que é loucura procurar destruir um ao outros, por divergência de dogmas e credos e outras questões superficiais? Quando a aurora da Inteligência tiver espalhado as suas asas sobre o horizonte do progresso, e a ignorância e a superstição tiverem deixado as suas ultimas pegadas nas areias do Tempo, sera registrado no livro dos crimes e erros do homem que o seu pecado mais grande foi a intolerância. A nossa vida é apenas um breve momento! Como uma vela, ardemos, brilhemos por um instante e logo nos extinguimos. Por que não podemos fazer esta breve jornada terreste de tal maneira que, quando a caravana da morte anunciar que esta terminando a nossa visita, estejamos prontas para dobrar as nossas tendas e silenciosamente, seguir a grande caravana para as trevas do desconhecido, sem medo e sem tremor? Espero não encontrar catolicos nem protestante, alemães nem franceses, brancos ou pretos, vermelhos ou amarelos, quando tiver cruzado a fronteira para o Além. Então, espero encontrar apenas almas humanas, sem distição de credo ou cor; espero que não haja intolerância, quero repousar em paz, livre da ignorância, da supertição e das incompreensões mesquinhas que tornam a nossa vida terreste um caos de tristeza e sofrimento.
Parei as aguas do meu sonho Para teu rosto se mirar. Mas só a sombra dos meus olhos, Ficou por cima, a procurar... XXX Os pássaros da madrugada Não tem coragem de cantar, Vendo o meu sonho interminavel E a esperança do meu olhar. XXX Procurei-te em vão pela terra, Perto do ceu, por sobre o mar. Se não chegas nem pelo sonho, Por que insiste em imaginar? XXX Quando vier fechar meus olhos, Talvez não se deixem fechar. Talvez pensem que o tempo volta, E que vens, se o tempo voltar.